Um fim triste sem volta, tão amargo, que não lembra o outono.
Tu de mansinho em teu paraíso que vejo através das grades que me impedem de passar...
Ultrapassar o meu eu... Que quer fugir de mim...
Quer se perder... E eu não impeço tuas vontades.
Às vezes parece tédio, mas é só nostalgia, que implora por teu paraíso.
Os vidros já não embaçam pelos desejos ao meu olhar...
Sentir entre os meus dedos ao apertar...
Sentir comigo toda a vibração me alcançada, imaginar estar ao céu e ouvir notas celestiais...
Que só o amor a dois pode ouvir...
Vem me sussurrar desse teu paraíso, contar dos segredos mais sinceros...
Quero poder dormir e sentir o envolver desse lugar... Através dos sonhos...
Por Evellyn Freitas Bibiano






